terça-feira, 24 de janeiro de 2012

PARABÉNS AO POVO DE SÃO PAULO

Não poderíamos deixar de homenagear em nome da Cidade de São Paulo e em nome de todos quantos aqui nasceram, os paulistanos, a chegada e a permanência dos Espanhóis em 1820; dos Italianos em 1861; dos Sírios e Libaneses provenientes do Oriente Médio em 1860 e 1890; dos Austríacos e Húngaros provenientes do Império Austro-Húngaro em 1884; dos Japoneses provenientes das áreas rurais em 1908; que em muito contribuíram e contribuem para nossa grandeza.

Hoje, com a permanência de todos que aqui chegaram, nossa Cidade tem menos paulistanos do que paulistas e imigrantes, razão pela qual, no dia-a-dia, no corre-corre, nesse mar de cimentos, e de muita confusão, e de muitos carros, e de milhões de pessoas para lá e para cá, enchentes, transporte apertados, mas em resumo, todos nós, juntos, irmanados, amamos a nossa querida São Paulo.

Parabéns pelos 458 anos, bem vividos.

prof. Francisco Bruno Neto




sexta-feira, 8 de julho de 2011

REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE SÃO PAULO DE 32

Somente para lebrar:

1. Em 9 de julho de 1932, o País foi surpreendido com o gesto heróico de São Paulo exigindo, de armas em punho, o retorno do Brasil à ordem constitucional.

2. São Paulo saiu militarmente vencido, mas moralmente triunfante. O Governo Federal fixou a data para as eleições, convocando a Assembléia Constituinte que se instalou aos 15 de novembro de 1933.

3. Iniciava-se então a segunda fase da nova vida constitucional republicana.

4. Não podemos esquecer da sigla MMDC
- Mário Martins de Almeida (Martins);
- Euclides Bueno Miragaia (Miragaia);
- Dráusio Marcondes de Souza (Dráusio);
- Antonio Américo Camarga de Andrade (Camargo).

5. Parabéns São Paulo, parabéns Brasil, parabéns povo de São Paulo.

prof. Francisco Bruno Neto




domingo, 24 de janeiro de 2010

ANIVERSÁRIO CIDADE DE SÃO PAULO

Cidade de São Paulo,

Nossa homenagem.

Homenagem, nesta oportunidade, que prestamos a sua linda história de vida.

Essa linda história, agora por mim contada, merece lembrar, cumprimentar, e dedicar o melhor do melhor da nossa gratidão a todos aqueles que dela participaram desde quando o Rei Dom João III enviou Martim Afonso de Souza para comandar a primeira expedição povoadora para o nosso Pais, embora João Ramalho já houvesse percorrido o nosso litoral e fundado a Vila de Santo André da Borda do Campo em 1513 e tendo casado com a filha de Tibiriçá.

Martim Afonso depois de passar por toda a costa brasileira aporta em São Vicente para fundar uma pequena e humilde Cidade, hoje 456 anos após, Cidade célula mater da Nação.

No mesmo período juntamente com João Ramalho fundavam a Vila de Piratininga.

Tomé de Souza acompanhado do padre Manoel da Nóbrega chegam em 1549 a Salvador. Quatro anos mais tarde o padre Manoel da Nóbrega, no lugar onde hoje é o Pátio do Colégio, celebra missa campal. No mesmo período, ainda jovem, José de Anchieta chega a Piratininga e é cognominado de “o Apóstolo do Brasil”.

O padre Manoel de Paiva, em 25 de janeiro de 1554, reza missa campal defronte do Real Colégio de Piratininga, marcando, assim, a fundação da Cidade de São Paulo.

Depois, Tibiriçá ergue sua aldeia na colina onde hoje situada esta o Mosteiro de São Bento. Francisco de Souza chega a São Paulo e passa a comandar as primeiras expedições ao sertão. André Leão chefia uma entrada ao sertão pelo rio Paraíba. Nicolau Barreto navega pelos rios Tietê e Paraná atinge o Guairá e retorna com índios aprisionados. Pero Domingues chefia uma bandeira com o objetivo de levá-la até a foz do rio Amazonas. Raposo Tavares dentre outras obrigações chefia soldados armados, para auxiliar o Conde da Torre, em Salvador-Bahia. Fernão Dias Paes, em 1651, é eleito juiz ordinário e presidente da Câmara Municipal de São Paulo e reconstrói a abadia dos beneditinos. Borba Gato apresenta em São Paulo amostras de ouro para Artur de Sá Meneses. Dom João VI eleva Piratininga à categoria de cidade com o nome de São Paulo. São Paulo passa a ser sede de Bispado concentrando o poder autoritário e de justiça.

A Cidade de São Paulo é elevada à Capital da Província de São Paulo quando o Brasil foi declarado Reino Unido ao de Portugal e Algarve.

Depois da primeira Constituição do Brasil, Imperial e Constitucional, é fundada em São Paulo a Faculdade de Direito. Criado o primeiro jornal da imprensa paulistana (O Farol Paulistano). João Batista Libero Badaró, de berço italiano, de formação jornalista e médico, em decorrência de suas posições liberais, em 1830, é assassinado.

No passar dos dias e dos anos, surge a primeira ferrovia paulista a Estrada de Ferro Santos-Jundiai, transportando café de Jundiaí a Campinas para o porto de Santos.

Promulgada a Lei do Ventre Livre. Inaugurados na nossa Cidade os serviços de esgoto, abastecimento de água, iluminação a gás, e os bondes de tração animal. Passam a funcionar as primeiras linhas telefônicas. Tudo isto de 1871 a 1884.

Depois, inauguração da Avenida Paulista. Concluído com estrutura de madeira o primeiro Viaduto do Chá. É aberta a visitação pública no prédio do Museu Paulista, hoje o nosso Museu do Ipiranga. Para combater as doenças epidêmicas é criado o Instituto Butantã. Inaugurada a iluminação elétrica e os bondes de tração elétrica.

Já após 1900, inaugurada a Estação Ferroviária da Luz, também a Pinacoteca do Estado, também, em 1911 o Teatro Municipal, obra de Ramos de Azevedo e em seguida o Viaduto Santa Ifigênia, desta feita com estrutura de metal.

Em São Paulo, julho de 1924 ocorre a revolta dos Tenentistas. As tropas rebeldes do Exército e da Força Pública dominam a Cidade, mas são sufocadas pelas tropas do governo. Forma-se a Coluna Prestes, reunião da revolucionária Coluna Paulista e Coluna Rio-Grandense.

Já em 1929 e por muitos anos como o símbolo da pujança paulistana, o edifico Martinelli.

No dia 9 de julho de 1932, na Cidade de São Paulo, a Revolução Constitucionalista.

Ano depois, a inauguração do Mercado Central. É criada a Universidade de São Paulo, nossa estimada USP. Francisco Prestes Maia assume a Prefeitura de São Paulo apresentando o melhor trabalho urbanístico que a cidade já apresentou. Também o atual Viaduto do Chá.

Daí para cá, o Museu de Artes de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, o Teatro Brasileiro de Comédia, a Bienal, o Monumento às Bandeiras, o parque do Ibirapuera a Catedral da Sé o Metropolitano, como tantas outras coisas maravilhosas.

Não poderíamos deixar de homenagear em nome da Cidade de São Paulo e em nome de todos quantos aqui nasceram, incluindo a minha pessoa, à chegada e a permanência dos Espanhóis em 1820; dos italianos em 1861; dos Sírios e Libaneses provenientes do Oriente Médio em 1860 e 1890; dos Austríacos e Húngaros provenientes do Império Austro-Húngaro em 1884; dos Japoneses provenientes das áreas rurais em 1908; que em muito contribuíram e contribuem para nossa grandeza.

Ainda, nossas homenagens a todos os Vereadores desde a primeira Câmara Municipal, a todos os Prefeitos da nossa Cidade das anteriores administrações, aos Secretários Municipais, aos servidores municipais de todas as áreas da administração direta e indireta, a todos os Deputados desde a primeira Assembléia Legislativa e aos poderes Executivos e Judiciários, e a nossa querida população.

Por derradeiro, agora janeiro de 2010 podemos falar com o nosso peito aberto e o nosso coração feliz, que somos mais de onze e meio milhões de seres humanos que formam a nossa população, numa área de 1509 quilômetros quadrados, quase toda urbanizada, estando na terceira colocação entre as maiores Cidades do mundo e das Américas, com administração municipal quase perfeita em seus 96 distritos através das 31 subprefeituras para atender: mais de seis milhões de veículos cadastrados na nossa Cidade, a quase 700.000 os estabelecimentos comerciais, tais como: bares, restaurantes, pizzarias, lojas varejistas, atacadistas, shoppings, feiras livres e outros; e ainda, as bibliotecas públicas, salas de shows e espetáculos, museus, parques, agências e postos dos Bancos nacionais e internacionais.

Por tudo isso, parabéns São Paulo, parabéns população de São Paulo, parabéns Cidade Maravilhosa de São Paulo.


prof. Francisco Bruno Neto
Centro Universitário Sant’Anna
UniSant’Anna

ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE SÃO PAULO

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